sexta-feira, 14 de maio de 2010

Dos preceitos da consciência mais antigos, ao total desentendimento do que estou falando.

eu posso, eu consigo, eu devo dar risada da minha desgraça.
no mundo, sem rumo, no caminho descabido de iluminação.
mas o pior de tudo é a dor de não ter me encontrado ainda.
volto do trabalho para casa sempre com o mesmo aperto no peito.
achando que estou preso, achando que não estou vivendo.
e agora quando falo, ouço o silêncio como resposta.
morrer não é a solução! mas é a primeira coisa que se passa
na cabeça de um idiota. que sem saber ou com medo de encarar os mais
duros desafios dessa vida prostituta, pensa logo em auto-destruição
nada prazerosa.

minha mente ainda está presa à alguns acontecimentos passados.
mas eu não consigo esquecer, mesmo sabendo que não tem motivo algum
em carregar isso comigo. ser auto suficiente é difícil, geralmente
quem se considera auto suficiente, ainda assim, guarda muitas coisas
dentro de si. eu só quero fazer do meu jeito e manter minha mente inabalável.
perfeição está longe de onde eu quero chegar.
só quero viver o tanto quanto vocês possam suportar e sem lhes menosprezar.

consciência alguns usam de mais e outros nem chegam a usar!


[só escrevi isso porque tem coisas me incomodando ainda, o negócio é islâmico.
dói na mente não ter uma Vodka e uma conversa legal]