terça-feira, 21 de dezembro de 2010

La eternidad, és el universo? Casanueva

vai fazer alguma coisa da sua vida. você pensa que é só chegar assim e implantar tuas teorias de movimentação astral. como se todos fossem vermes com os piores cosmos do mundo. então! basta mexer essa tua coqueteleira e trazer mais um drink pra mim. não precisa deixar as sobrancelhas arqueadas, isso me intimidava no ultimo verão. quando você de porre se manifestou pelo seu orgulho ferido. hoje tememos o mesmo caminho, estamos desolados. hey o meu drink ainda não chegou! não desvie a rota do meu raciocínio e capricha no álcool. seguimos em frente como se estivéssemos perdidos, mas quem irá nos achar? além de ser achado quero ser acolhido, Casanueva. acolhido em fartos peitos de uma linda mulher, assim terei um leito para minha franqueza. mas ainda assim não estaria completo. precisamos de que? o que nos completa? minhas palavras saem inseguras, saem como se pudessem ser roubadas. há uma inconformidade, quero buscar esse ser furtivo. mas talvez ele seja o ser que cada um cria dentro de si: nocivo, fatalista e causador da loucura. adanowski em "el muerto vivo" deixa claro que não sabemos de nada. nos refugiamos em nossas alucinações, em nossas fugas da falsa realidade, onde a consciência se sente livre das influências externas. um aviso, estamos batendo de frente com a pior de todas as paredes: a parede da negação universal. não sou eu quem nega o universo, é ele quem não me aceita.

ultimo drink e fecha a conta!

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